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Curitibana feita de letra e música

Curitibana feita de letra e música

Que adolescente nunca se viu em uma situação de desespero total? Esta é a fase mais vivida na adolescência, são encontros e desencontros. E quem vive esse momento é Lívia Bonjardim, no livro “Feita de letra e música” da autora paranaense Adrielli de Almeida.

O livro, que foi lançado no primeiro semestre deste ano, está arrasando nas bancas de todo o País contando a história da adolescente que ajuda outras meninas por meio de um blog anônimo até que um dia, Lívia, perde seu caderno de anotações e precisa escolher entre o menino que tem sua paixão ou o garoto dos seus sonhos.

A história não é desconhecida para a autora. “Tive um Tumblr [site de relacionamentos] há alguns anos que ajudava meninas sobre questões amorosas”, explica Adrielli de Almeida, que completa dizendo que foi isso que a inspirou a escrever o livro. “Escrevia histórias e mostrava as minhas amigas, que sempre gostavam e me incentivaram a montar o livro”.

Durante as férias de inverno, Adrielli juntou os fragmentos, revisou e mandou o exemplar para a editora, sendo publicado. “A Adrielli tem um diferencial importante das outras autoras brasileiras que falam ao público jovem: ela é muito jovem. Não é alguém imaginando ter menos idade, seu universo já é esse, naturalmente. E ele consegue falar desse universo de forma muito madura, com muito bom humor”, define o editor Paulo Tadeu, dono da Matrix Editora.

O livro reúne os elementos perfeitos para o sucesso: paixões, confusões, problemas familiares, dúvidas existenciais e amizades.

A autora
Adrielli de Almeida é curitibana, estudante do Ensino Médio e tem paixão pela escrita desde os oito anos de idade. “Escrever é algo que é bem pessoal. Se não escrever algo no dia parece que está faltando alguma coisa”, declara.

A adolescente já escreveu dois livros, mas “Feita de letra e música” foi o primeiro a ser publicado. “Publiquei meus dois primeiros livros em uma fanfic [página onde fãs continuam a história de livros já publicados]. Acabei enviando o último para uma editora e eles toparam publicar”, disse.

Ela conta que a maior dificuldade na carreira é a aceitação dos exemplares pelas editoras. “Escritor, principalmente, o nacional, tem que correr atrás. Tem que ser de tudo um pouco. Vendedor, palestrante, publicitário – mesmo se não tiver muito talento para essas coisas”, comenta.

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