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Lançado em Foz o Village Iguassu Residence

Lançado em Foz o Village Iguassu Residence

Fazer uma plateia seleta, em sua maioria formadores de opinião, acompanhar atentamente os trabalhos de alguém que está à sua frente com o intuito exclusivo de lhe vender algo (e você sabe disso e mesmo assim ficar atento), é preciso ter uma capacidade intuitiva de conduzir os trabalhos de uma forma que a plateia permaneça atenta, curiosa para o que vem a seguir e esperando um desfecho final incomum. Para se ter sucesso nessa incursão, é preciso ter muito talento de comunicação e, acima de tudo, saber o que quer, o que está fazendo e, mais, sabendo onde quer e pretende chegar. Isso tudo, o empresário do ramo de turismo e agora de empreendimentos imobiliários, Guilherme Paulus, tem de sobra. Para quem não o conhecia, teve a oportunidade de presenciá-lo conduzindo os trabalhos do lançamento da Incorporadora Imobiliária, que por sua vez, estreava lançando o Condomínio Residencial de alto padrão Village Iguassu Golf e Residence, anexo ao Wish Resort. Tratar com o publico é sua especialidade. Durante mais de uma hora, Guilherme Paulus, manteve a plateia atenta e aplaudindo em cada tirada humorística. Como não poderia ser diferente, o empreendimento já é de total sucesso, conquistou o mercado comprador, mais de 25% dos terrenos já foram reservados, sinalizando que os futuros lançamentos terão os mesmo sucesso que o primeiro.
Na entrevista exclusiva concedida ao jornal A Voz do Paraná, durante o lançamento em Foz do Iguaçu, Guilherme Paulus falou de sua trajetória de sucesso no mundo do turismo, de suas afinidades com Foz do Iguaçu e que aposta tremendamente no sucesso e na viabilidade de sua mais recente atividade agora no ramo imobiliário de luxo.
Village Iguassu Golf Residence
Estrategicamente, localizado na área do Wish Resort Golf & Convention Foz do Iguaçu, hotel cinco estrelas da GJP Hotels & Resorts, o condomínio será rodeado pelo Iguassu Falls Golf Club, o campo oficial de golfe do resort, que conta com 18 buracos e foi especialmente projetado pelo arquiteto norte-americano Erik Larsen.
No total, o Village Iguassu Golf Residence dispõe de 109 lotes demarcados em uma área total de 160 mil m² e mais de 8 mil m² de bosques naturais. Os tamanhos variam entre 800 e 1.800 m² cada terreno, sendo que todos fazem parte de um complexo residencial com clube completo de lazer: área gourmet, academia, salão de festas, salão de jogos, brinquedoteca, playground e quadra recreativa.
O empreendimento está localizado no complexo do Wish Resort Foz do Iguaçu, que fica na Rodovia das Cataratas, 6.845. A previsão de inauguração é para julho de 2017. Outros condomínios do mesmo porte já estão planejados em outras grandes cidades com alto potencial turístico e serão lançados em breve: Gramado (RS), Aracaju (SE) e Maceió (AL).
Leia, a seguir, a íntegra da entrevista:

Jornal A Voz do Paraná – Como surgiu a ideia desse empreendimento em Foz do Iguaçu que é singular?
Guilherme Paulus – Quando nós adquirimos o hotel aqui, ele tinha o campo de golf e mais 72 apartamentos, era um hotel ultrapassado, o desenho dele foi feito para golfistas, ele tinha 68 apartamentos e cinco casas para pessoas que vinham passar as férias e os golfistas ficavam até 30 dias aqui, mas o público do golf é um público muito específico, é diferente, porque nos Estados Unidos você tem um número muito grande de adeptos do golf, e no Brasil não, é limitado esse número de golfistas. Nós já tínhamos alguns campos de golf em São Paulo, Porto Alegre, Gramado, no Nordeste, Bahia. Quando nós começamos a desenhar o modelo do hotel, eu pensei, bom eu tenho que mexer no campo de golf, eu queria fazer um hotel diferenciado, usar o que já tinha, remodela-los e fazermos mais apartamentos, pelo próprio volume de negócios que eu sempre imaginei para o turismo. Turismo no mundo sempre foi turismo de massa, sempre tem o turismo para o hotel cinco estrelas, quatro e três estrelas, eu vi que na Rodovia das Cataratas faltava isso, tinha a concorrência que é o hotel das Cataratas, hotel Bourbon que é um excelente hotel, o Mabu que é um ótimo hotel, eu acho que faltava uma quarta opção aqui na rodovia das Cataratas, então ampliamos o hotel e fizemos uma coisa diferente, criamos os condomínios, igual aos condomínios americanos, tem o campo de golf e tal, as casas do hotel, nós fizemos casas com dez quartos, fizemos o desenho e chegamos à 220 apartamentos, um número bacana para um hotel 5 estrelas. Depois disso projetamos remodelar o campo de golf que estava muito antigo, pesquisamos aqui no Brasil mas não encontramos ninguém que pudesse dar uma melhorada no campo, pesquisamos até encontrar o Herick Larsen e ele já tinha um conhecimento do Brasil, pois tinha feito parte do estudo em um campo de golf no Rio de Janeiro, dai ele ficou encantado em poder conhecer as cataratas e falou: aqui dá pra fazer um campo de golf magnífico, ele fez o desenho pra gente, acabei aprovando, em conversa com ele, ele falou: você tem um hotel cinco estrelas, um campo de golf que vai ser cinco estrelas, tem uma infraestrutura maravilhosa, uma área excepcional, porque você não faz igual aos condomínios americanos com casas em volta do campo de golf, faz um loteamento e vende. Dai eu pensei, mas será que aqui dá certo? Então nós fizemos três casas padrão, que as pessoas podem optar, escolherem um projeto para a construção, depois que nós vendermos parte do loteamento, vamos instituir um condomínio, e nesse condomínio vai ter uma comissão que vai aprovar os projetos de construção, vai ter um padrão em tudo. Então eu acho que é uma oportunidade para quem é investidor, uma oportunidade muito boa.

Jornal A Voz do Paraná – Qual é a expectativa de vocês?
Guilherme – Como prévia de lançamento, nós já estamos com 25% reservado, eu acredito que agora soltando a venda para todos, acredito que em 60 dias a gente chegue em 70 % dos lotes vendidos.

Jornal A Voz do Paraná – A diversificação nos produtos é o fator primordial para o sucesso de uma empresa?
Guilherme – O que você tem que abraçar são segmentos, por exemplo, a CVC hoje já não tem muito o que fazer, a CVC eu acho que já atingiu um ótimo patamar, eu como presidente do conselho, quando os demais conselheiros vem para a aprovação você fala, isso é bom, isso é ruim, a minha ideia é essa, eu peço muito para os meus conselheiros estarem atualizados , para irem nas lojas, ver como funcionam elas, ter que ficar antenado com o mercado, temos um conselheiro na área de Marketing, na área de TI, financeira, administrativa e um conselheiro que fica pensando o que está acontecendo no mundo, e nós nos reunimos e tomamos as decisões, é quase como faz o Galló, presidente da Renner, que hoje é uma das maiores no varejo do Brasil, ele segue quase que esse mesmo esquema que nós temos, o pessoal da Riachuelo, a gente conversa muito com esse pessoal de varejo, porque a gente acaba tendo muito contato, então são coisas que a gente tem conversado muito, temos que dar continuidade para os hotéis, se tem uma possibilidade de crescimento porque não crescer na hotelaria, então chegamos em um patamar de 25 hotéis, e agora estamos investindo em condomínios residenciais.

Jornal A Voz do Paraná – O senhor tem uma identidade muito grande com Foz do Iguaçu…
Guilherme – Tenho é porque praticamente foi a primeira cidade turística em que eu fiz uma viagem, quando eu entrei na Casa Faro eu fui trabalhar na área de venda e consórcio, dai teve uma viagem da empresa que viajava no domingo e voltava na quinta-feira e eu ganhei para vir para Foz do Iguaçu, foi o primeiro contato que eu tive com Foz, eu tinha 21 anos de idade, eu me identifiquei muito porque eu achei aquilo muito legal, e naquela viagem eu conheci uma senhorinha, que naquela época o povo falava em catarata, que era a doença nos olhos em que a pessoa ficava cega e ela falou assim: meu filho me ajuda a descer aqui que eu quero ver essa maravilha das cataratas, porque eu estou ficando cega e não vou poder mais ver, me fala como é as cataratas, e eu comecei a descrever para ela, e aquilo realmente me marcou muito, e Foz tem todo aquele negócio de comprar, a fascinação de cruzar a fronteira, embora eu já tive experiência, quando eu fui estagiário na IBM, quando terminou a pesquisa de implantação do sistema de computação no estado de São Paulo, e na época um amigo meu, que tinha parentes em Portugal e na Itália e ele me convidou para ir junto com ele, e eu fui, fomos para Portugal e de lá pegamos um trem e fomos para a Espanha e chegamos até a Itália, lá encontramos um grupo de jovens brasileiros e acabamos indo para Londres, então foi uma viagem que me deu muito conhecimento, e a viagem entrou no meu sangue a partir disso daí, de viajar o mundo.

Jornal A Voz do Paraná – Tens uma facilidade muito grande de se comunicar com as pessoas. Esse é o segredo do seu sucesso?
Guilherme – Pode ser, mas eu nunca havia pensando nisso, eu me acho muito tímido, mas ficar nervoso durante uma palestra é normal. Mas depois vem a adrenalina, você vai falando, falando e acaba o nervosismo.

Jornal A Voz do Paraná – O senhor aposta no sucesso desse empreendimento?
Guilherme – Sim, claro! Não tem como não dar certo, está pronto, tem o campo de golf, tem o hotel, tem tudo, só se a pessoa não tiver dinheiro para comprar, mas essa é outra história, mas existe hoje um pais de 206 milhões de habitantes, você pega aí 50 milhões de pessoas que vivem em situação de extrema pobreza, que lamentavelmente tem no país e você pega mais 50 milhões de bebês e pessoas idosas, ainda sobra 100 milhões, se você pegar 40%, teremos 40 milhões de pessoas com poder aquisitivo de fazer o que quiser, tanto que as viagem com toda a crise não caem, as pessoas planejam e acabam indo viajar, tenta diminuir os gastos na viagem, mas vai, porque ele planejou aquilo, e para o brasileiro o sonho da viagem está no contexto dele de férias, é o único país do mundo em que as empresas pagam para ele tirar férias, então isso entrou no hábito do brasileiro, a CVC foi uma das formadoras disso, a gente levou o turismo diretamente para a mesa do trabalhador, nós fizemos escolinha para as pessoas viajarem, quando começamos a fazer um trabalho nas indústrias, eu estive na Ford dai o presidente do clube da Ford me perguntou se eu tinha um calendário de viagens para o nosso clube recreativo, pois as empresas tinham um clube recreativo, com campo de futebol, quadra de lazer, piscina para a pessoa se integrar na empresa e amar a empresa, a partir desse calendário de férias nós começamos a idealizar um trabalho, com passeios de um dia, final de semana aqui no Brasil também, então eu comecei a estudar o mapa do Brasil e ver as opções próximas para lazer para as pessoas, com isso eu comecei a estudar a movimentar e aprender com o turismo, trouxemos a viagem de avião para dentro do turismo, que não tinha, pois a viagem de avião era muito cara, então estamos apostando nesse novo empreendimento que veio para somar em Foz do Iguaçu.

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