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Positivo investe na qualificação de profissionais cascavelenses

Positivo investe na qualificação de profissionais cascavelenses

A monitora de Língua Portuguesa Vanessa Casagrande Soares foi uma das primeiras funcionárias da escola Passo Certo a pedir a bolsa de estudos. Ela é formada em Letras e, como atende algumas crianças com necessidades especiais – incluindo o filho, que é autista –, sempre quis fazer a pós-graduação em Psicopedagogia Institucional, para melhorar o atendimento a essas crianças. Mas tinha algumas dificuldades em fazer o curso, incluindo a financeira. “Com esse investimento do Positivo, vi que era a hora certa, o curso certo e com o custo certo. Me atirei de cabeça”, diz ela, que vislumbra não só atender melhor os alunos, mas também o crescimento na carreira.

E a monitora ficou tão empolgada com a oportunidade que passou a incentivar outros funcionários, dos zeladores aos professores. Ela brinca que virou “ponto de informações sobre as bolsas de estudo”. Ela iniciou a pós há duas semanas e já está terminando os dois primeiros módulos, na modalidade a distância (EAD). “Gostei muito do material do curso, a bibliografia é bem esclarecedora, leve, voltada realmente ao chão da escola. Não é só teoria. É aquilo que eu realmente consigo aplicar no meu trabalho”, analisa Vanessa.

Gestão escolar

A coordenadora de secretaria da escola Passo Certo, Aline Zenere Diniz, também está vislumbrando uma oportunidade de crescer na carreira e se inscreveu em uma pós-graduação em Gestão Escolar. “Com a oportunidade de fazer uma pós-graduação, a gente fica empolgada. Não pensei duas vezes. E isso valoriza muito o funcionário. Quanto mais capacitação, melhor, tanto para a escola quanto para o nosso lado pessoal”, diz ela, que trabalha há seis anos na instituição de ensino.

Quem já chegou lá

A própria diretora da escola Passo Certo, Lorena Paoloni, é um exemplo de crescimento profissional por meio da formação continuada. Ela entrou no Grupo Positivo há 13 anos, como estagiária, quando fazia faculdade de Educação Física, em Curitiba. Formou-se e trabalhou por oito anos como professora regente em unidades do Colégio Positivo. Aproveitou as bolsas de estudo na Universidade e, a cada dois anos, via a carreira alavancar e o salário melhorar. Virou auxiliar de direção e, logo em seguida, Gestora do Departamento de Esportes e Cultura, até seguir para Cascavel como diretora. “O estudo fez toda a diferença na minha carreira. Depois de formada, fiz três especializações na área de gestão. Foram três MBAs, todos pelo Positivo. Sem contar os inúmeros cursos sobre liderança, gestão de pessoas, inglês, oferecidos pela Universidade. Agora que eu entrei no mestrado, surgiu a oportunidade de assumir um cargo de direção. Basta querer e se capacitar que as portas se abrem. Fiz todos os cursos com bolsa de estudos. Só bastou eu escolher o curso e me inscrever”, explica Lorena, ressaltando que a capacitação melhora a qualidade de vida de alunos, professores, funcionários e das famílias de todos esses envolvidos.

Segundo Arns da Cunha, a formação continuada dos professores é um grande passo para melhorar a Educação do País. No ranking mundial que mede a qualidade da educação em 40 países, o Pisa, o Brasil está em penúltimo lugar. Os sete primeiros colocados no Pisa são asiáticos. “Esses países têm em comum a cultura de valorização e respeito ao professor. Em Cingapura, por exemplo, cada professor dedica um mínimo de 100 horas por ano a cursos de capacitação. E sabe-se que, quanto maior o investimento em qualificação, maiores os salários e melhor a qualidade do ensino”, justifica o presidente.

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