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As mentiras escandalosas de Requião na entrevista concedida a RPC

O senador Roberto Requião, do PMDB, abriu a série de entrevistas com os candidatos ao Palácio Iguaçu promovida pela RPC. Ele mesclou a entrevista com autoelogios às suas administrações e aos parentes que empregou e ataques ao governador Beto Richa (PSDB). Referiu-se ao irmão Maurício como o “que mais fez pela educação na história do Paraná” e lançou a candidatura dele a ministro da área... Suas afirmações formaram uma sequência de mentiras. *Em suas duas eleições anteriores ele fez do pedágio o alvo principal de seus ataques, prometendo “baixar ou acabar”. Não fez nem uma coisa nem outra e agora está aliado com Marcelo Almeida, proprietário de duas concessionárias. Como explicar essa contradição? perguntou o entrevistador Sandro Dal Piccolo e Requião: “Marcelo não tem nada com as empresas”. Mentira. Almeida é proprietário das concessionárias. *Beto Richa retirou em caráter definitivo os processos contra as concessionárias de pedágio. Mentira. Os processos foram suspensos – apenas suspensos – para permitir a retomada do diálogo entre o governo e as empresas, interrompido durante a administração Requião. *Estou vencendo esta eleição...Mentira. Está em segundo lugar. *O Porto de Paranaguá, administrado durante seu governo pelo irmão Eduardo, “acabou com as filas”. Mentira. As filas deixaram de existir no governo Beto Richa. *Há “policial sem uniforme, sem colete de bala”. Mentira. Algumas unidades da Polícia Militar enfrentaram dificuldades pontuais no fornecimento de material de consumo devido a problemas logísticos. O governo Beto Richa ampliou o efetivo policial, aumentou seus salários e reequipou a PM. *“Não votei contra empréstimos, apenas pedi explicações”. Mentira deslavada. Entrou na procuradoria Geral da República contra a concessão de R$ 817 milhões do Proinveste. E defendeu essa posição na tribuna do Senado em 19 de fevereiro deste ano, quando anunciou que votaria contra a concessão do empréstimo. “Em defesa do Paraná, voto contra o empréstimo”, declarou. “O Paraná está uma bagunça.” Onde está a bagunça? Na cabeça do Requião, com certeza, há bastante.